No século II, o aparecimento do moinho de água representou uma grande inovação na História da humanidade pelo papel essencial que teve no desenvolvimento da agricultura e da economia. Hoje em dia, e com o surgimento de técnicas mais avançadas de moagem, tornaram-se obsoletos. Contudo, a beleza arquitetónica destas construções aliada à mística que as paredes de um moinho carregam, levou a que muitos destes edifícios fossem restaurados e transformados em casas de campo.

Portugal tem uma história bem antiga. É terra de um povo trabalhador e conquistador, mas também de reis, nobres e fidalgos que por todo o país deixaram património onde viviam ou passavam temporadas. Muitos desses palacetes, quintas ou casas senhoriais passaram de geração em geração e hoje são unidades de alojamento que permitem viagens ao passado. Se quer viver alguns dias numa destas casas nobres, veja as propostas que lhe fazemos.

Quem já teve oportunidade de pernoitar numa casa de madeira sabe que este tipo de casa proporciona um ambiente mais natural e tranquilizador. Afinal, ficamos rodeados por elementos da natureza. Por isso, para uma escapadinha no campo, ficar alojado numa casa de madeira é uma ideia muito recompensadora, garantimos. É o que lhe propomos com a nossa seleção de casas de campo de madeira.

Por entre as frondosas folhagens da serra de Sintra, descobre-se uma edificação criada pela mão do homem, mas em perfeita harmonia com a natureza. É o Convento dos Capuchos, ou Convento de Santa Cruz da Serra de Sintra, mandado erigir por D. Álvaro de Castro, conselheiro de Estado do rei D. Sebastião, em 1560.

Esqueça o trabalho, os compromissos, as preocupações. É hora rumar ao campo e relaxar. Com ajuda da energia da natureza circundante, feche os olhos e aprecie a quietude e tranquilidade do ambiente rural. Para ajudar, faça yoga para tratar de si por fora e por dentro. Nestas casas que lhe propomos, poderá ter esta revigorante experiência de bem-estar.

É terra de queijo, de tortas e de vinhos. Todos eles deliciosos, conhecidos, reputados e premiados. Mas foi a azeitona que lhe deu o nome, quando há muitos, muitos anos eram os extensos olivais que cobriam os terrenos que circundam esta localidade. Consta que foram os Árabes, com a sua passagem pelo território no século VIII, que deram precisamente o nome de Azzeittum à região, em alusão ao valioso fruto da oliveira.

A pouco mais de duas horas do Porto e de Lisboa, há lugares especiais onde a pressa de viver e partilhar ainda não chegou: aldeias medievais, conservadas no tempo, que logo à chegada nos devolvem a paz e tranquilidade. São as Aldeias Históricas de Portugal, um destino que são 12. São uma sugestão perfeita para uma escapadinha de fim-de-semana ou miniférias, de onde regressará de coração cheio de estórias para contar, e uma vontade irresistível de voltar.

Deve o seu nome a um pequeno pássaro, a avicella, nome latino que significa pequena ave e que abundava por altura dos romanos nestas terras do agora Norte de Portugal. Localizada a 50 Km do Porto, 33 km de Braga e a apenas 10 km de Guimarães, chegamos lá depois de algumas curvas e contracurvas que desembocam por fim num acolhedor vale, o Vale de Vizela.

Em 2016 venceram o prémio de projeto turístico mais inovador da Europa nos World Travel Awards, considerados os Óscares do Turismo a nível mundial. Em 2017 foram distinguidos novamente como o “Melhor Projeto de Desenvolvimento Turístico da Europa”, numa cerimónia que decorreu em São Petersburgo, na Rússia. Já em 2018 conseguiram o mesmo feito na Grécia e ainda levaram para casa também o prémio de “Melhor Atração Europeia de Turismo de Aventura”. Este ano, desta vez a jogar em “casa”, receberam a mesma distinção nos World Travel Awards pelo quarto ano consecutivo, que decorreram na ilha da Madeira.