9 curiosidades sobre a Restauração da Independência

Ângela Coelho

Coroação de D. João IV (1908). Quadro de Veloso Salgado, Museu Militar, Lisboa.

No dia 1 de dezembro celebra-se a Restauração da Independência, um acontecimento que ocorreu há quatro séculos. É feriado nacional em Portugal, mas será que sabemos tudo sobre o que aconteceu em 1640?

Damos-lhe a conhecer 9 factos sobre a Restauração da Independência de Portugal que talvez não saiba ou já não se recorde das aulas de História.

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A maior ponte pedonal suspensa do mundo fica em Portugal

Ângela Coelho
Passadiços do Paiva

516 Arouca. Por Ângela Coelho

O nome diz tudo. São 516 metros de extensão que fazem da “516 Arouca” a mais longa ponte pedonal suspensa do mundo, localizada, claro está, em Arouca, no distrito de Aveiro. A ponte liga a margem de Canelas à encosta de Alvarenga a 175 metros de altura sobre a secção mais agitada do rio Paiva.

Situada junto aos famosos Passadiços do Paiva, enquanto percorre a ponte terá uma vista deslumbrante sobre a Garganta do Paiva e a Cascata das Aguieiras, ambos importantes patrimónios geológicos do Arouca Geopark, reconhecido em 2009 pela UNESCO.

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7 edifícios que resistiram ao terramoto de 1755

Ângela Coelho

Palácio da Independência. Por Marcin Latka

Conta a História que no dia 1 de novembro de 1755, Dia de Todos os Santos, caiu literalmente o Carmo e a Trindade, expressão popular que hoje em dia usamos quando queremos referir-nos a factos que provocam grande surpresa ou confusão ou, em tom de ironia, a factos sem importância de que se receiam consequências graves.

Mas o sismo que abalou Lisboa em 1755, considerado um dos maiores da história da humanidade e o mais destrutivo de que há registo em Portugal, não destruiu apenas os conventos do Carmo e da Trindade. Praticamente toda a área que hoje é ocupada pela Baixa Pombalina ficou destruída.

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Bonecos de Estremoz, uma arte familiar

Ângela Coelho

Estremoz. Por PhillipC

Chamam-lhe a “cidade branca” do Alentejo por causa da cor do casario, mas também devido às jazidas de mármore branco, que tornaram a cidade conhecida a nível internacional. Mas há algo que pinta a cidade de Estremoz de várias cores garridas e fortes. São os famosos bonecos de Estremoz.

A produção de figurado em barro é uma arte com mais de três séculos e que faz parte da identidade cultural do concelho. Estão inventariadas mais de cem figuras diferentes e todos os dias se inventam novas temáticas, sempre relacionadas com o quotidiano das gentes alentejanas, na sua vivência rural e urbana.

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Faial, o destino mais sustentável de Portugal

escapadaruralpt

Por Schlierner

Todos os anos, a rede EDEN – Destinos Europeus de Excelência da Comissão Europeia – divulga uma lista com os lugares da Europa que mais se distinguem pelo seu turismo sustentável e pelo cuidado que têm com o meio ambiente que os rodeia. Em Portugal, a ilha do Faial, no arquipélago dos Açores, é o único lugar que faz parte da lista dos destinos EDEN.

A rede EDEN promove uma nova forma de viajar na Europa, desenhando o valor e a diversidade de destinos turísticos europeus emergentes. O objetivo é que os turistas possam experienciar o país real e a cultura tal como ela é vivida todos os dias, não apenas espetáculos culturais e experiências turísticas que foram especificamente desenvolvidas para os visitantes.

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O fenómeno das ondas gigantes da Nazaré

Ângela Coelho
surfista Nazaré

Por Wirestock

Foi em novembro de 2011 que o surfista havaiano Garrett McNamara colocou a Nazaré nas bocas do mundo depois de ter batido o recorde da maior onda surfada, com 23,8 metros, na praia do Norte, inscrevendo o seu nome no Livro do Guiness.

Desde então, têm sido vários os surfistas dos quatro cantos do mundo que chegam à Nazaré para colocar à prova as suas capacidades físicas e mentais ao enfrentarem as ondas gigantes que todos os invernos se formam na costa nazarena.

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Magusto: a festa da castanha

Ângela Coelho

Por Josep Cano

Partindo de uma lenda milenar e mantendo uma tradição antiga, o magusto é uma festa popular muito celebrada em Portugal. Há rituais específicos de cada região, mas o essencial que não pode faltar são as castanhas, o vinho e muita música.

As festas do magusto acontecem entre os meses de outubro e novembro e normalmente associam-se a datas festivas desta época como o dia de São Simão (28 de outubro), o dia de Todos os Santos (1 de novembro) e o dia de São Martinho (11 de novembro). Mas na verdade, o magusto celebra-se sempre que a família e os amigos se reúnam à volta de uma fogueira onde se assam castanhas regadas por jeropiga, água-pé ou vinho novo.

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Na serra da Gardunha o outono rima com cogumelos

Ângela Coelho

Por Galyna Andrushko

Nem só de cerejas vive o concelho do Fundão, na Beira Baixa. As flores de cerejeira que pintam de branco a paisagem da serra da Gardunha na primavera dão lugar a cores mais outonais que albergam mais de 400 espécies diferentes de cogumelos.

Enquanto que na freguesia de Alcongosta a cereja é a rainha no mês de junho, na vizinha aldeia de Alcaide reina o cogumelo, particularmente os míscaros, o tipo de cogumelo que dá nome ao festival que se realiza em novembro desde 2009.

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Viagem assustadora pelas capelas de ossos de Portugal

Ângela Coelho
Capela dos Ossos Évora

Capela dos Ossos de Évora. Por PESP/ Wikimedia

“Nós ossos que aqui estamos pelos vossos esperamos”. É com esta frase que a Capela dos Ossos de Évora nos dá as boas-vindas a um universo curioso, mas ao mesmo tempo um pouco macabro. A frase é uma mensagem para os vivos, uma lembrança de que a vida é efémera e que um dia também eles serão apenas ossos.

As capelas de ossos e ossuários são comuns na Europa e existem há centenas de anos, sendo que as mais antigas remontam ao século VI a.C.. Os ossos humanos sempre foram alvo de uma grande obsessão, sendo-lhes associada uma componente mística.

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Em Esposende há casas milenares a renascerem

Ângela Coelho
Castro de S. Lourenço

Por joselomba

A história do Castro de S. Lourenço, localizado no Monte de S. Lourenço, em Vila Chã, no concelho de Esposende, tem as suas raízes no início do primeiro milénio a. C., como nos conta Ana Almeida, coordenadora do Centro Interpretativo de S. Lourenço.

Contudo, “o povoado castrejo propriamente dito terá nascido entre os séculos VIII e V a.C., caracterizado por construções integralmente em materiais perecíveis”. “Entre os séculos V e II a.C. este povoado teria uma arquitetura assente basicamente em construções integralmente em pedra, de pequena dimensão, com cobertura em materiais perecíveis”, acrescenta a coordenadora.

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